Atividades
Principalmente caminhadas, passeios ao ar livre em contacto directo com a natureza, aproveitando a tranquilidade e o ar puro da serra do Açor.
Pode fazer ciclismo, Btt, dawnil, fotografia na natureza, visitar lugares de interesse, etc...
Pode fazer ciclismo, Btt, dawnil, fotografia na natureza, visitar lugares de interesse, etc...
Atrações Turísticas da Região
Passeios Pedestres:
Na Região podem ser encontrados diversos percursos pedestres, inclusive um na Localidade de Pardieiros com 3,5Km tipo Circular.
A Fraga da Pena é um acidente geológico atravessado pela Barroca de Degraínhos, originando um conjunto de quedas de água sucessivas. Nas suas margens existem alguns antigos exemplares de carvalho-alvarinho (Quercus róbur) e de castanheiro (Castanea sativa), para além do medronheiro (Arbutus unedo), do trovisco (Daphne gnidium) e dos adernos (Phillyrea latifólia). Neste percurso relativamente à fauna poderá encontrar por exemplo: o javali (Sus scrofa), Coruja –do-Mato (Strix aluco), Açor (Accipiter gentilis), Salamandra-de-cauda-comprida (Chioglossa lusitânica) e Lagarto-de-água (Lacerta schreiberi).
Ao longo deste percurso terá a possibilidade de apreciar a paisagem e desfrutar de um dia agradável junto da Natureza. O percurso irá terminar na aldeia dos Pardieiros.
Perto da aldeia dos Pardieiros poderá também visitar outro ponto de interesse a Mata da Margaraça.
Esta mata carateriza-se pela presença de elementos de cariz mediterrânico, caso do medronheiro (Arbutus unedo), do folhado (Viburnum tinus) e do loureiro (Laurus nobilis). A sua flora é muito interessante, encontrando-se aqui o maior número de exemplares de azereiro (Prunus lusitânica) de toda a sua área de distribuição, sendo a população da Mata da Margaraça a maior atualmente existente.
A Fraga da Pena é um acidente geológico atravessado pela Barroca de Degraínhos, originando um conjunto de quedas de água sucessivas. Nas suas margens existem alguns antigos exemplares de carvalho-alvarinho (Quercus róbur) e de castanheiro (Castanea sativa), para além do medronheiro (Arbutus unedo), do trovisco (Daphne gnidium) e dos adernos (Phillyrea latifólia). Neste percurso relativamente à fauna poderá encontrar por exemplo: o javali (Sus scrofa), Coruja –do-Mato (Strix aluco), Açor (Accipiter gentilis), Salamandra-de-cauda-comprida (Chioglossa lusitânica) e Lagarto-de-água (Lacerta schreiberi).
Ao longo deste percurso terá a possibilidade de apreciar a paisagem e desfrutar de um dia agradável junto da Natureza. O percurso irá terminar na aldeia dos Pardieiros.
Perto da aldeia dos Pardieiros poderá também visitar outro ponto de interesse a Mata da Margaraça.
Esta mata carateriza-se pela presença de elementos de cariz mediterrânico, caso do medronheiro (Arbutus unedo), do folhado (Viburnum tinus) e do loureiro (Laurus nobilis). A sua flora é muito interessante, encontrando-se aqui o maior número de exemplares de azereiro (Prunus lusitânica) de toda a sua área de distribuição, sendo a população da Mata da Margaraça a maior atualmente existente.
A Serra do Açor:
Pardieiros é uma aldeia serrana, um pouco acima da Benfeita, entre a Fraga da Pena e a Mata da Margaraça. Pelo que é a única que fica dentro da zona da paisagem protegida da Serra do Açor.
Esta Mata corresponde, tão somente, a uma das mais notáveis florestas caducifólias existentes em Portugal. Desenvolve-se numa encosta orientada a N-NO e em altitudes entre os 600 e os 850 metros. Carvalhos, castanheiros, cerejeiras, ulmeiros, azevinhos, freixos, azereiros, loureiros e outras, são algumas das espécies que constituem o seu estrato arbóreo. O estrato arbustivo conta com o folhado, medronheiro, aveleiras, aderno, gilbardeira. O Selo-de-Salomão, o Lírio-martagão, a Veronica micrantha, bem como algumas espécies de orquídeas, são raridades que se abrigam nesta mata.
Esta Mata corresponde, tão somente, a uma das mais notáveis florestas caducifólias existentes em Portugal. Desenvolve-se numa encosta orientada a N-NO e em altitudes entre os 600 e os 850 metros. Carvalhos, castanheiros, cerejeiras, ulmeiros, azevinhos, freixos, azereiros, loureiros e outras, são algumas das espécies que constituem o seu estrato arbóreo. O estrato arbustivo conta com o folhado, medronheiro, aveleiras, aderno, gilbardeira. O Selo-de-Salomão, o Lírio-martagão, a Veronica micrantha, bem como algumas espécies de orquídeas, são raridades que se abrigam nesta mata.
Gastronomia de Pardieiros:
Dos pratos mais famosos destacam-se: chanfana, carne fresca, cozido à moda dos Pardieiros, arroz de fressura, torresmos de banha, torresmos de carne, bucho de porco recheado. Mas o mais emblemático era o lombo de porca, as costelas e a suã salgadas e demolhadas, fritas em azeite e banha e guardadas em potes de barro vidrado que serviam para acudir a uma emergência quando, sem ser esperado, apareciam em casa uns amigos. Ia-se à panela trazia-se umas postas de lombo ou suã, cortava-se às fatias e passava-se pela frigideira. Juntavam-se uns ovos e os amigos deliciavam-se com este petisco. Hoje as carnes de porco já não tem o mesmo sabor dado a diferença na alimentação e o tempo de engorda, são abatidos muito novos.
Existem ainda algumas especialidades da aldeia como é o caso da bola de milho, da sopa da festa, da broa da panela, das migas de broa, da tibornada, da salada rabaça com feijão e dos tortulhos ao natural ou com ovos.
Relativamente aos doces, destacam-se a tigelada, o arroz doce, o carolo doce, a tapioca, as sopas de leite, filhós de batata, filhós de chila, pão-de-ló e coscoréis.
Existem ainda algumas especialidades da aldeia como é o caso da bola de milho, da sopa da festa, da broa da panela, das migas de broa, da tibornada, da salada rabaça com feijão e dos tortulhos ao natural ou com ovos.
Relativamente aos doces, destacam-se a tigelada, o arroz doce, o carolo doce, a tapioca, as sopas de leite, filhós de batata, filhós de chila, pão-de-ló e coscoréis.